EM PESQUISA INÉDITA, O BOTICÁRIO REVELA QUE % DAS PESSOAS JÁ SOFRERAM BULLYING FAMILIAR
Uma pesquisa da consultoria On The Go entrevistou cerca de 2 mil brasileiros em todas as regiões do país e constatou que 86% dos respondentes afirmam ter recebido comentários ofensivos, comparações ou críticas feitas por membros da própria família. A Campanha de Natal, inspirada no tema, é um retrato da realidade de muitas famílias brasileiras e um convite à reflexão sobre o poder das palavras. Na Região Norte, o cenário se mantém igualmente preocupante e reflete comportamentos que afetam diretamente a autoestima e o bem-estar emocional de quem convive com essas situações.
O levantamento mostra que, entre os nortistas que já vivenciaram bullying familiar, 58% das mulheres afirmam ter sido alvo principalmente por conta da aparência física. Os episódios mais frequentes envolvem críticas, piadas ou comentários feitos por irmãos e irmãs, que aparecem como os principais responsáveis por esse tipo de situação em 29% dos casos. Tios e tias são apontados por 34% como aqueles que mais fazem comparações pejorativas. Outro dado relevante é o impacto do silêncio e da indiferença: para 24% dos moradores da região, irmãos e irmãs são os familiares que mais adotam esse tipo de comportamento.
Assim como ocorre no restante do país, grande parte das vivências relatadas no Norte está relacionada à aparência física. Muitas vezes tratadas como brincadeiras, essas situações deixam marcas emocionais profundas. Mesmo diante desse cenário, apenas 17% dos entrevistados afirmam conversar frequentemente sobre esses incômodos dentro de casa, embora a maioria reconheça o desejo de tratar o tema com mais abertura, cuidado e afeto. A pesquisa aponta que o bullying familiar é um fenômeno silencioso e frequentemente naturalizado, mesmo em lares considerados afetuosos.
Apesar das dificuldades, 71% dos entrevistados acreditam totalmente que palavras positivas têm o poder de transformar relações. Quando perguntados sobre o que gostariam de ouvir de seus familiares, surgem respostas ligadas a incentivo, acolhimento, respeito e demonstrações de afeto. Os dados reforçam que o brasileiro, inclusive o nortista, reconhece que a comunicação familiar pode evoluir e expressa o desejo por vínculos mais leves, empáticos e verdadeiros.
Carolina Carrasco, diretora de branding e comunicação do Boticário, reforça o papel da marca em provocar conversas importantes: “Todos os anos trazemos reflexões que façam sentido para as pessoas e para o momento da sociedade. A pesquisa confirmou o que defendemos há anos como marca: o poder do amor. As palavras, dentro das relações familiares, podem marcar profundamente quem amamos e o afeto tem um papel essencial na construção de vínculos mais positivos. Por isso, escolhemos lançar luz a um tema pouco aprofundado, mas presente na vida de tantos brasileiros, com objetivo de lembrar que palavras deixam marcas, que sejam de amor.”
Para a On The Go, compreender o fenômeno é essencial para transformar a forma como nos comunicamos dentro do ambiente familiar: “A pesquisa reforça que conversas afetuosas têm um impacto muito significativo no bem-estar e na autoestima. Mesmo em situações do dia a dia, comentários que parecem simples podem ser interpretados de formas diferentes. É por isso que entender esse contexto é tão importante. A boa notícia é que existe abertura para mudança e disposição para construir relações mais positivas”, afirma Ana Cavalcanti, Diretora de Insights da On The Go.
A partir da assinatura da campanha de Natal, “Palavras deixam marcas, que sejam de amor”, o Boticário usa seu maior filme publicitário do ano para convidar o público a refletir sobre a forma como se comunica com quem ama e a ressignificar gestos e palavras que constroem, todos os dias, os vínculos mais importantes da vida.
Mulheres e jovens sentem esses impactos com mais intensidade
Os dados também revelam diferenças importantes entre grupos: 23% das mulheres e 28% dos jovens de 18 a 24 anos relatam maior sensibilidade às situações desconfortáveis dentro da família, especialmente quando envolvem comentários sobre aparência ou comparações com outras pessoas.
Entre esses públicos, episódios recorrentes têm impacto ainda mais significativo na autoestima: nove em cada dez afirmam que esse tipo de situação afeta a forma como se veem. A pesquisa mostra ainda que, apesar dessas vivências, ambos os grupos demonstram grande abertura para conversas mais acolhedoras e para a construção de relações familiares mais positivas.
Este levantamento, conduzido pela On The Go, é uma pesquisa de opinião com fins de mercado e não se caracteriza como estudo científico ou acadêmico. Os dados refletem a percepção dos entrevistados dentro do escopo proposto. Para fins deste material, bullying familiar é definido como comentários ou atitudes recorrentes entre membros da mesma família que provoquem desconforto, constrangimento ou impacto emocional, não devendo ser associado a outras práticas ou classificações acadêmicas.
“Bullying familiar.” Fonte: On The Go – Pesquisa Nacional – 2.000 entrevistas com homens e mulheres maiores de 18 anos que afirmam já ter sofrido com piadas, comentários ou atitudes como comparações pejorativas, indiferença ou silêncio de algum familiar.
Sobre O Boticário
O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos e marca primogênita do Grupo Boticário. A marca de beleza mais amada e preferida dos brasileiros* foi inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), e tem a maior rede franqueada** de Beleza e Bem-estar do Brasil com pontos de venda em 1.650 cidades brasileiras e com presença em 15 países. O Boticário conta com um amplo portfólio composto por itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais e está presente nos canais de loja, venda direta e e-commerce. Comprometida com as pessoas e o planeta, a marca possui o maior programa de logística reversa em pontos de coleta do Brasil, o Boti Recicla, além de fazer parte do movimento Diversa Beleza – um compromisso com a beleza livre de estereótipos – e não realizar testes em animais.

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